Advocacia e Assessoria Jurídica
ADV. FRANCIELE GUALBERTO
Advocacia e Assessoria Jurídica
ADV. FRANCIELE GUALBERTO
Somos um Escritório de Advocacia e Assessoria Jurídica, com foco em soluções jurídicas personalizadas, com atuação estratégica nas seguites áreas:
Direito Cível – Atuamos na defesa de interesses de pessoas físicas e jurídicas em questões como contratos, responsabilidade civil, relações familiares, sucessões, cobranças, e disputas patrimoniais, com assessoria preventiva e contenciosa focada em soluções eficazes e seguras.
Direito Médico, Odontológico e da Saúde – dispomos de Advogado especialista em demandas que envolvem profissionais da saúde, clínicas, e pacientes, oferecendo suporte jurídico completo, tanto preventivo quanto contencioso.
Nosso trabalho é guiado pela ética, seriedade e compromisso com resultados concretos, sempre alinhado às necessidades específicas de cada cliente.
Muitos pacientes são surpreendidos ao descobrir que o plano se recusa a cobrir exames, cirurgias ou medicamentos, mesmo quando essenciais ao tratamento.
Quando a negativa é ilegal?
O plano não pode recusar tratamento prescrito por um médico habilitado sob alegações como:
Procedimento não estar no rol da ANS (em muitos casos, a Justiça entende que o rol é exemplificativo);
Medicamento de alto custo;
Exigência de carência já cumprida;
Ausência de cobertura por ser “tratamento experimental” — mesmo que aprovado pela Anvisa.
O que o paciente pode fazer?
Solicitar a negativa por escrito, com justificativa do plano;
Buscar orientação jurídica imediata;
Ingressar com ação judicial com pedido de liminar (urgente), garantindo o acesso rápido ao tratamento.
Muitas decisões da Justiça determinam que o plano arque com os custos imediatamente, sob pena de multa diária.
A saúde não pode esperar
O atraso ou a recusa de um tratamento pode colocar a vida do paciente em risco. Por isso, é fundamental agir rápido e buscar apoio jurídico especializado.
Seu plano de saúde negou um exame, cirurgia ou medicamento? Fale conosco. Podemos ajudar você a fazer valer seus direitos.
Receber uma notificação de processo ético assusta. Mas manter a calma e agir com orientação correta faz toda a diferença. Ser denunciado não significa que você será condenado — mas tudo depende da forma como você conduz sua defesa.
Veja os 5 primeiros passos que você deve seguir:
1. Não responda nada sozinho.
A primeira atitude deve ser procurar um advogado com experiência em ética médica ou odontológica. A defesa técnica é essencial.
2. Leia atentamente a denúncia.
Entenda do que está sendo acusado. Muitas vezes, a queixa vem de um mal-entendido ou problema de comunicação.
3. Organize toda a documentação.
Tenha em mãos prontuário, termos de consentimento, trocas de mensagens, registros de atendimento. Tudo pode ser útil na sua defesa.
4. Respeite os prazos.
O Conselho envia notificações com prazos específicos para apresentação de defesa. Não deixe para a última hora.
5. Evite comentar o caso publicamente.
Preserve o sigilo do processo. Falar nas redes sociais ou com colegas pode complicar ainda mais a situação.
Dica final: Um processo ético pode resultar em advertência, censura, suspensão ou até cassação. Com uma defesa bem feita, é possível esclarecer os fatos e evitar punições injustas.
Procure apoio jurídico o quanto antes.
O que é a LGPD e por que ela importa na medicina
A LGPD (Lei nº 13.709/2018) regula o tratamento de dados pessoais no Brasil. Na área médica, os dados tratados são considerados sensíveis, pois envolvem informações de saúde. Isso exige um cuidado redobrado no armazenamento, no compartilhamento e no uso dessas informações.
Principais obrigações para médicos e clínicas
Consentimento do paciente
Sempre que possível, obtenha o consentimento claro e informado do paciente para coletar e usar seus dados. Esse consentimento deve ser documentado.
Finalidade clara do uso de dados
Explique por que os dados estão sendo coletados e como serão usados (ex: agendamento, prontuário, exames, etc.).
Segurança da informação
Implemente medidas técnicas e administrativas para proteger os dados: senhas seguras, softwares atualizados, prontuário eletrônico com criptografia, etc.
Acesso restrito aos dados
Limite o acesso às informações sensíveis apenas às pessoas autorizadas. Treine sua equipe sobre sigilo e boas práticas.
Direito do paciente sobre seus dados
O paciente pode solicitar acesso, correção ou exclusão de seus dados. Tenha um canal claro para responder a essas solicitações.
Erros comuns que devem ser evitados
Armazenar prontuários em papel sem proteção adequada.
Enviar exames ou informações médicas por WhatsApp sem autorização.
Deixar dados expostos em computadores compartilhados.
Compartilhar informações com planos de saúde sem consentimento específico.
A LGPD veio para ficar e proteger direitos — inclusive os dos seus pacientes. Ao seguir a lei, você fortalece a relação médico-paciente, evita riscos jurídicos e melhora a imagem da sua clínica ou consultório.
Se ainda não começou a adaptação, este é o momento certo. Conte com apoio especializado de um advogado para fazer isso de forma segura e tranquila.